segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Participantes da I Conferência de Cultura de Salto elegem três delegados

A I Conferência Cultural de Salto aconteceu nos dias 23 e 24 de outubro, contando com mais de 100 inscritos. Já na abertura o evento se mostrou muito especial, pois contou com a presença de Célio Turino que representou o Ministério da Cultura.
O evento teve sequência, dividido em cinco eixos, trabalhados em grupos menores que trouxeram sugestões e necessidades para a cultura local.
No final dos trabalhos cada eixo apresentou as sugestões que foram aprovadas por todos os participantes em plenária.
Para encerrar o evento foram eleitos como delegados culturais, que representarão a cidade na Conferência Estadual, Wilson Caveden, Marcos Pardim e Arlindo Nicolau, sendo o suplente Silmar Oliveira.
Para abrilhantar os trabalhos da Conferência, grupos da cidade se apresentaram, como: Cia. Teatral Cômico, Balé da Cidade de Salto, Faces Ocultas Cia. de Dança, Grupo Brasuca (com participação espacial da cantora e maestrina Cláucia Ferraro) e Grupo de Capoeira dos projetos culturais em bairros.

Opinião - da mesma forma como falei na tarde de sábado, a todos os presentes, acredito que a Conferência tenha sido bastante proveitosa: um primeiro passo. Porém, acredito que a participação de artistas deixou a desejar enquanto número. Como todos sabem Salto é uma cidade privilegiada culturalmente, tendo representantes numerosos e de qualidade em todos os setores artísticos. Acredito que para haver mudanças é preciso que TODOS os artistas participem do Fórum Permanente de Cultura, levando sugestões, idéias, críticas e vontade de trabalhar, de transformar de construir em conjunto.
Acredito também que as pessoas que só reclamam, mas que na hora de "colocar a mão na mass" não aparecem, devem começar a repensar suas atitudes, afinal, é preciso somar para se ter um resultado completo, que atenda às necessidades das diferentes áreas.
Outro ponto importante para reflexão, que deixei na oportunidade: artistas precisam começar a valorizar a arte do próximo! Como desejar público, se nem os próprios artistas têm o hábito de assistir os companheiros? Lógico que existem aqueles que não se enquadram nessa regra, mas precisamos de mais! Mais público, mais trabalho, mais determinação e mais união!

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